“Alice no País das Maravilhas”, escrito por Lewis Carroll e publicado em 1865, é uma obra-prima da literatura infantil que continua a encantar leitores de todas as idades ao redor do mundo. A história começa com uma jovem chamada Alice que, entediada com sua rotina, segue um coelho branco apressado e acaba caindo em um buraco profundo. Este é apenas o começo de uma jornada surreal e cheia de aventuras por um mundo fantástico e ilógico.
Ao longo de sua jornada, Alice encontra uma série de personagens estranhos e peculiares, incluindo o Chapeleiro Maluco, a Lagarta Azul, a Rainha de Copas e o Gato de Cheshire. Cada um desses encontros apresenta a Alice desafios e situações absurdas, muitas vezes refletindo aspectos da sociedade vitoriana e questionando convenções sociais e lógicas convencionais.
O texto é repleto de jogos de palavras, trocadilhos e absurdos, o que o torna uma leitura divertida e estimulante tanto para crianças quanto para adultos. A imaginação desenfreada de Carroll é evidente em cada página, criando um mundo onde o absurdo é a norma e onde nada é o que parece.
Além disso, a obra também pode ser interpretada como uma alegoria sobre o processo de amadurecimento e a busca pelo autoconhecimento. Alice passa por uma série de transformações físicas e emocionais ao longo da história, refletindo os desafios e descobertas que muitas vezes acompanham a transição da infância para a adolescência.
“Alice no País das Maravilhas” é uma obra atemporal que continua a fascinar e inspirar leitores de todas as idades. Sua rica imaginação, personagens memoráveis e temas universais garantem seu lugar como um dos clássicos mais amados da literatura infantil.
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“É somente com o coração que podemos ver corretamente; o essencial é invisível aos olhos.”
Falar sobre a alma é uma tarefa reservada aos grandes sábios de todos os tempos. Escrever sobre ela é uma aventura fadada ao fracasso; mas que, não obstante, ainda nos rende cascas de frutos imemoriais. Esta obra nada mais é do que a casca de algo muito maior, e mais profundo.
Fato é que todos nós, como o viajante pequenino, também trafegamos por diversos planetas. No entanto, a verdade é que no fim do dia estamos sós em nosso planetinha, e nosso único consolo é ter as estrelas para contemplar.
As estrelas não estão no céu lá fora, estão aqui dentro. Saint-Exupéry escreveu e ilustrou o nosso mundo interior. Ao saber deste pequeno milagre ocorrido em meio a um mundo em plena guerra, temos a esperança renovada de que lá dentro, em nosso planetinha mais íntimo, ainda arde a chama de uma lamparina, ainda brinca e ri com doçura a nossa criança mais frágil e preciosa…
Sim, é difícil cuidar de uma alma, e mantê-la pura. É difícil não se deixar corromper pelo peso do mundo das pessoas grandes. Mas, sempre que se sentir oprimido por ele, saiba que ainda terá este livrinho, e as estrelas, e os campos de trigo, a sua inteira disposição.
Somos, enfim, o que se passa em nossa imaginação. Cuide bem dela!